Parquímetros De Porto Alegre

Lançada licitação para troca dos parquímetros de Porto Alegre

Foi publicado no Diário Oficial de Porto Alegre desta terça-feira o aviso de concorrência pública que irá escolher o novo administrador dos parquímetros de Porto Alegre. O edital será conhecido nos próximos dias. A entrega dos envelopes está prevista para as 14h30min do dia 19 de maio. As informações são do blog Estamos em Obras, da Rádio Gaúcha.

A empresa será contratada para manter a Área Azul pelos próximos 10 anos. Nesse período, a programação exigida pela Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) é o aumento de 4,8 para 8 mil o número de vagas do serviço público de estacionamento rotativo na cidade, com 8% de ampliação no primeiro ano de operação.

Leia mais:
Meio ano depois da revitalização, espelho d’água da Redenção passa por novos restauros
Decreto autoriza licitação para levar Catamarã até a Ilha da Pintada 

Além disso, serão trocados todos os equipamentos. Os novos deverão ter mais facilidade para o usuário fazer o pagamento. Uso do smartphone e do cartão de crédito também estão entre as futuras melhorias previstas. A utilização de dinheiro é uma possibilidade, mas depende da evolução dos futuros equipamentos. Os atuais apresentam problemas no recebimento de cédulas. Caberá à EPTC fazer o planejamento e a fiscalização.

O valor atual será mantido, porém, prevê reajuste. Hoje, a tarifa mínima é de R$ 1 para 30 minutos de uso. Uma hora de estacionamento custa R$ 2. O valor para uma hora e meia é R$ 3. A tarifa máxima de duas horas custa R$ 4. O último aumento ocorreu em janeiro de 2015. Foi o segundo reajuste que a tarifa sofreu em 15 anos.

Porto Alegre tem hoje 4,8 mil vagas da Área Azul na Capital, com mais de 200 parquímetros disponíveis. As vagas estão distribuídas em bairros como Azenha, Menino Deus, Moinhos de Vento, Bom Fim, Petrópolis, Tristeza, Floresta e Centro Histórico.

Desde o fim do contrato de 10 anos com a Estapar, a prefeitura anunciava que lançaria uma nova licitação. Para continuar mantendo o serviço, a EPTC contratou uma empresa para fazer a manutenção e outra para recolher o dinheiro. Houve problemas no funcionamento dos equipamentos tanto em 2013 quanto em 2014.